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Fique a saber como são constituidas as Scooters de Mobilidade

Placa de base
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A base realiza uma função importante que influencia a aptidão dequalquer scooter. A altura, forma e desenho da placa determinam o raio de viragem, a distância e a manobrabilidade da scooter, assim como a sua eventual utilização. As scooters leves têm uma placa que foi projectada de modo a permitir que sejam dobradas ou desmontadas, para caberem na mala do carro ou no portabagagens. Os modelos grandes da Classe 3 possuem uma placa que foi projectada para ser suficientemente robusta em terreno difícil e destinam-se a uma utilização mais exigente. A placa de base também afecta a ergonomia da sua scooter, na medida em que deve ajustar-se confortavelmente à forma e alcance do seu corpo. Alguns modelos oferecem, efectivamente, um certo grau de adaptabilidade, permitindo deslocar o banco para mais próximo dos controlos, etc., que, no entanto, é bastante limitado, exceptuando nos modelos mais dispendiosos. Por este motivo, é muito importante que escolha a scooter certa para si desde o início. A melhor maneira de garantir o seu conforto é, naturalmente, experimentá-las pessoalmente, dado que só sentando-se numa scooter será possível garantir um ajuste perfeito com a ajuda do seu especialista local.

Baterias de Scooters Eléctricas

A maioria das scooters necessitam de uma ou duas bateriasbateria-para-scooter-electrica recarregáveis de 12 volt para funcionar. Os valores do tempo de vida das baterias mencionados referem-se sempre a condições de teste ideais com uma pessoa ‘média’ pesando 70 kg. No entanto, é certo que, quanto maior for a scooter e mais se lhe pede, mais energia é necessária para o seu desempenho. Por exemplo, subir uma encosta consome significativamente mais energia do que descê-la. Existe uma vasta gama de opções disponíveis e a tecnologia das baterias tem realmente avançado. Actualmente, a maioria das scooters utiliza unidades sem manutenção que, com os devidos cuidados, deverão prestar um longo serviço sem problemas. A forma mais fácil de carregar uma scooter é quando ela permite a ligação directa à corrente. Se isso não for possível por razões de espaço e disponibilidade de tomadas, terá de mandar carregar a bateria no exterior. Muitas vezes, a bateria é uma das peças mais pesadas e deve se ter cuidado ao transportá-la. Uma bateria não utilizada leva cerca de dois meses para começar a deteriorar-se e, por isso, se não usar a sua scooter por períodos prolongados, deverá garantir que continua a carregar a bateria, pelo menos, uma vez por mês. Para utilizadores pouco frequentes, uma vez de quinze em quinze dias deverá ser suficiente. Normalmente, as scooters usadas todos os dias precisam que as baterias sejam carregadas diariamente. Deverá respeitar as orientações recomendadas pelo fabricante para assegurar o seu melhor desempenho.

Rodas e pneus

Tal como nos automóveis, o tamanho da roda determina os locaispneus-scooter-electrica onde a sua scooter pode passar. As scooters leves têm rodas ligeiras de seis polegadas (15,24 cm) concebidas para a utilização em interiores e pequenas viagens sobre superfícies bem pavimentadas. As scooters destinadas à utilização doméstica distinguem-se pela disposição das três rodas, frequentemente com uma roda mais pequena à frente, para melhorar ainda mais a sua manobrabilidade em espaços pequenos. Os modelos de médio alcance da classe 2 têm rodas do mesmo tamanho dispostas em 3 ou 4 pontos que, provavelmente, apresentam um diâmetro maior de oito polegadas (20,32 cm). De um modo geral, quanto maior for a roda e a quantidade de rodas, maior será a estabilidade. Mas é tudo uma questão de avaliar o que é mais importante para si. Para um veículo com três rodas, os ressaltos constituem um obstáculo maior do que para um com quatro; no entanto, tem um raio de viragem mais pequeno, o que é óptimo, se pretender usá-lo principalmente dentro de casa ou em lugares movimentados. As scooters da classe 3, projetadas para circular em estrada e distâncias mais longas, têm rodas ainda maiores. Alguns modelos podem chegar às 13 polegadas (33 cm), que, tal como num 4×4, são perfeitas se precisar de se deslocar sobre terreno muito acidentado e irregular. A maioria das scooters tem tracção traseira e, por isso, a potência encontra-se por baixo do peso, o que proporciona aderência extra mesmo sobre piso escorregadio. Os 3 tipos de pneus mais frequentemente usados para scooters são… A.) Em muitas scooters leves são usados pneus de borracha dura maciça. Proporcionam uma condução ‘firme’ e não estão sujeitas a furos, mas podem não estar à altura de pavimentos em más condições. B.) Os pneus pneumáticos são melhores do que os pneus maciços, oferecendo a condução mais suave em geral e tracção elevada sobre superfícies irregulares. É necessário mantêlos insuflados e verificar se apresentam furos; tal como numa bicicleta, os pneus podem ser reparados. C.) Considerados como um meio termo entre as duas primeiras opções, os Pneus de Câmara Pneumática são uma opção de compromisso, oferecendo um certo grau de amortecimento do impacto e resiliência aos furos.

Bancos

O banco da sua scooter deverá rodar, no mínimo, 90º quandobanco-scooter-electrica desbloqueado, a fim de permitir que suba facilmente para a scooter. Em geral, os bancos são desenhados de modo a que sirvam a todas as pessoas, mas os modelos mais dispendiosos e todas as scooters de classe 3 têm um nível de ajuste aberto ao utilizador. Todas as scooters têm braços de descanso, mas os modelos premium podem ter um assento estilo ‘cadeirão da presidência’, com apoio de cabeça e estofos luxuosos, para garantir que até as viagens mais longas são feitas muito confortavelmente.

Volante

A sua scooter não tem propriamente uma ‘roda’ mas sim umavolante-scooter-electrica ‘coluna’ de direcção conhecida como volante, a partir do qual se controla a velocidade, a direcção das rodas da frente e, em todas as scooters da classe 3, as luzes e indicadores. Para começar, descobrirá que a sua scooter se liga com uma chave tradicional ou por meio de uma ignição nova tipo ficha. Basta remover esta chave para imobilizar a scooter, o que lhe permite dar um saltinho a uma loja e deixá-la sem vigilância. O movimento para a frente é controlado por um gatilho pressionável com o polegar que funciona proporcionalmente à força aplicada. Quanto mais se apertar, mais depressa se anda e, assim que se solta o gatilho, a scooter abranda rapidamente até parar. Os fabricantes concluíram que algumas pessoas podem ter mais força numa mão do que na outra e, por isso, muitos oferecem agora a oportunidade de mandar montar o controlo no lado esquerdo ou no direito e os veículos da classe 3 têm controlos dos dois lados de série. A maioria dos modelos também tem um interruptor que permite fazer marcha-atrás em segurança a velocidade reduzida. Por lei, para além dos interruptores para os indicadores, luzes e buzina nos veículos da classe 3, encontrará também um botão especial que selecciona uma das duas velocidades de circulação máximas: 6,5 km/h para a utilização em passeios e 13 km/h para circular em estrada. Muitas vezes, este botão é acompanhado por uma espécie de velocímetro que permite, igualmente, monitorizar o avanço. Não é obrigatório por lei instalar luzes numa scooter para passeios da classe 2, mas é muito conveniente. Cada vez mais modelos têm as luzes equipadas de série e é possível adquirir kits de terceiros (até luzes de bicicleta podem ajudar) para garantir a sua segurança em condições de fraca iluminação – especialmente no Inverno.

Travões

A travagem está padronizada em todas as scooters: libertando atravoes-scooter-electrica alavanca do acelerador, o sistema de travagem está programado para actuar automaticamente e parar suavemente a scooter. As scooters da classe 3 também podem dispor de um dispositivo de travão de mão semelhante ao de um automóvel, para segurar estas máquinas mais pesadas quando estacionadas durante um lapso de tempo qualquer ou em declive.

Autonomia

Potencial distância percorrida com uma carga. Tal valor é calculado com base em condições ideais e no peso ‘típico’ do utilizador, sendo quase sempre um pouco optimista quando confrontado com as condições do mundo real. O tempo frio, o tipo dos pneus, o estado das baterias* (ver a página 10), o peso do utilizador e até que ponto o terreno percorrido é irregular ou montanhoso influenciam o desempenho. Acessórios como as luzes também diminuem a autonomia, porque retiram energia das baterias principais. Por isso, se vive num lugar onde às vezes faz muito frio, às vezes está escuro e passa ocasionalmente por terreno mais irregular – admitamos, quem não o faz? – rapidamente terá uma noção da ‘verdadeira’ autonomia de funcionamento.

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